João 2:24: 'Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia;' Jesus Cristo, o cordeiro santo de Deus e filho do Deus Altíssimo deixou sua glória e tomou a forma de servo. Quando andou nesta terra, realizou as obras que via seu Pai fazer e em tudo se sujeitou, sendo obediente conforme a vontade e propósitos do Pai. Ele operou nesta terra através do poder do Espírito Santo, derramado sobre sua vida, realizando sinais, prodígios e maravilhas. Como filhos de Deus, também devemos ter esse mesmo sentimento de agradar a Deus, obedecendo Sua preciosa palavra e chamado para cada um de nós. Para isso, precisamos conhecer o que nos foi dado gratuitamente por Jesus na cruz do calvário. Precisamos também abrir nosso coração para que o Senhor nos mostre o que está dentro dele e o que tem impedido dEle operar em e através de nós. Deus nos ama com amor eterno e fazemos parte dos seus sonhos e projetos eternos. Logo, devemos nos achegar a Ele com toda sinceridade de coração, sem reservas e pedir que Ele nos de um coração puro e um espírito reto, pois vida abundante Ele tem para nós.
Quando foi a última vez que você ouviu um sermão que sugeriu que um motivo para nossa obediência deve ser as recompensas que recebemos na eternidade? Eu imagino que a maioria de nós ou faz muito tempo ou nunca ouviram tal sermão. Sempre que uma pregação (ou livro) fornece um motivo para a obediência, é quase sempre gratidão por aquilo que Cristo fez. E, certamente, isso é maravilhoso e excelente motivação. Mas é a única motivação? O Novo Testamento e as Recompensas na Eternidade Os escritos do Novo Testamento sugerem que não é. Para aqueles que fielmente suportar a perseguição, Jesus deixa claro: “Alegrai-vos naquele dia e exultai, porque eis que vossa recompensa será grande no céu” (Lucas 6:23). Paulo afirma claramente, “Mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho” (1 Coríntios 3:8). O autor de Hebreus, mesmo nos...
Comentários
Postar um comentário